E então éramos dois dançando sob as pétalas amarelas que desciam do teto. Tão nosso e tão lindo. Foi como uma imersão em um sonho impossível, desses que a gente sonha imaginando que nunca será. Rompemos a barreira do real. Éramos dois girando em um redemoinho amarelo. Na saída da sala me senti descendo o degrau da sanidade, foi como retornar daquela viagem em um passo. Seria perfeito, não fosse minha barba te espetando.
terça-feira, fevereiro 15, 2011
domingo, fevereiro 13, 2011
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
quarta-feira, fevereiro 02, 2011
Quando toca...
deixa claro que as mãos
são feitas da mesma massa
que sua garganta.
segunda-feira, dezembro 20, 2010
terça-feira, novembro 09, 2010
domingo, novembro 07, 2010
sexta-feira, novembro 05, 2010
quinta-feira, novembro 04, 2010
quarta-feira, novembro 03, 2010
quarta-feira, outubro 27, 2010
Sobre largar o freio na lomba
Uma vez eu escrevi sobre uma coisa que fiz e não devia ter feito e comparei com uma descida de carrinho de lomba. Foi um descontrole momentâneo. Foi um vamos-ver-no-que-vai-dar. Foi um susto. E foi. Depois o carrinho se ajeitou e voltou a descer como antes. Exatamente como antes.
terça-feira, outubro 19, 2010
quinta-feira, outubro 14, 2010
quarta-feira, outubro 13, 2010
quarta-feira, outubro 06, 2010
terça-feira, outubro 05, 2010
segunda-feira, outubro 04, 2010
domingo, outubro 03, 2010
quinta-feira, setembro 30, 2010
quarta-feira, setembro 29, 2010
Sobre a indecisão
A vontade de pegar na tua mão é tão grande que quase me fez fazer. Mesmo. Eu erro em deixar assim ou erraria se fizesse? Deixar de tentar ou tentar e não conseguir?
quarta-feira, setembro 22, 2010
quinta-feira, setembro 16, 2010
Sobre acelerar
Eu devia cobrar por hora, seria o mais justo. Corro mais, rendo mais; lucro mais, ganho mais. Eu devia me cobrar menos, pegar mais leve. Mas não nesse ano. Esse ano eu vou correr.
terça-feira, setembro 14, 2010
Sobre o rosa choque
O peugeot prata parou no acostamento e a puta desceu. A cor da blusa dela era rosa choque e ela usava um casaco jeans. Eu passei pelo peugeot naquele instante.
Alguns minutos depois, o peugeot prata apareceu no retrovisor. Enquanto ele passava, reparei. Vi que era um homem apenas. Vi a placa e a cidade. E vi um adesivo desses com bonequinhos sorridentes e de mãos dadas que mostrava uma família.
[...]
Isso me leva a crer que o homem é casado. E tem um filho ou uma filha. A cor da blusa da puta era rosa choque e ela usava um casaco jeans.
quarta-feira, setembro 08, 2010
Tem uma pedra em mim...
quarta-feira, setembro 01, 2010
terça-feira, agosto 31, 2010
sábado, agosto 28, 2010
sexta-feira, agosto 27, 2010
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